O corpo quando quer um Quê, uma causa, uma façanha, projeta-se lento para o interior, mesmo que alimentando-se do externo. E quando viaja para o sul numa caminhada peregrina encontra facas e riscos tranversais, e marcas contantes que a natureza inquieta se dispõe a ornamentar. O corpo carnívoro, não tem alívios. Não se alimenta de flor, não faz pactos de amor e só quer se saciar em seios clandestinos que estão armados de instintos, instintos puros que não negam ter fome...
Nenhum comentário:
Postar um comentário