Ah, quão belo foi o dia em que me tornei invasor,
Sem a prisão do perfeito eu serei um eu sutil.
Invasor para tornar tudo mais claro em minha compreensão.
Tornei-me um invasor observador para não prostrar-me.
Minha mente obrigou-me. Se eu não o fizesse cairia em confusão mental.
Perdoa, perdoa meus atos invernais, sem cor, cheios de fúrias.
Tudo para não prostrar-me.
Egoísta que sou, não acorrentar-me em devaneios que a mente insiste em acreditar.
Não crucificar a mente que não diferencia o vermelho do azul.
Se Deus me permitir, um dia quero ser anjo,
E poder disfarçar as lágrimas dizendo que é chuva,
Chuva torrente.
Se Deus me perdoar, não vou mais ignorar olhos que insistem em avisar algo que é infernal
Sem a prisão do perfeito eu serei um eu sutil.
Invasor para tornar tudo mais claro em minha compreensão.
Tornei-me um invasor observador para não prostrar-me.
Minha mente obrigou-me. Se eu não o fizesse cairia em confusão mental.
Perdoa, perdoa meus atos invernais, sem cor, cheios de fúrias.
Tudo para não prostrar-me.
Egoísta que sou, não acorrentar-me em devaneios que a mente insiste em acreditar.
Não crucificar a mente que não diferencia o vermelho do azul.
Se Deus me permitir, um dia quero ser anjo,
E poder disfarçar as lágrimas dizendo que é chuva,
Chuva torrente.
Se Deus me perdoar, não vou mais ignorar olhos que insistem em avisar algo que é infernal
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